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REINOVA SI


Designação do projeto REINOVA SI - Re-industrialização do setor agroalimentar – Sustentabilidade e Inovação
Código do projeto: 0613_REINOVA_SI_6_P
Objetivo principal:  O projeto pretende fomentar o lançamento de novos produtos por parte das PMEs agroalimentares, que respondam às novas tendências de mercado (produtos naturais, com processos sustentáveis). Para isso, o projeto tem por objetivos específicos: desenhar um novo modelo de consultoria adaptado às PMEs do setor, que crie as condições para uma adaptação mais fácil e mais rápida dos processos com base em práticas de economia circular (EC) e criar um modelo de cooperação internacional que efetive o princípio da circularidade. Com as boas práticas criadas ir-se-á estimular o rápido surgimento da eco inovação.
Região de intervenção: Centro/Alentejo/Estremadura

Entidades benificiárias: Incubadora D. Dinis (IDDNET), ITACyL - Instituto Tecnológico Agrario de Castilla y León, Asociación Empresarial Centro Tecnológico Nacional Agroalimentario “Extremadura”, Instituto Politécnico de Leiria, OPEN – Associação para Oportunidades Especificas de Negócio, Asociación de la Industria Alimentaria de Castilla y León,Vitartis, Cámara Oficial de Comercio, Industria y Servicios de Badajoz, ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, Cámara Oficial de Comercio, Industria y Servicios de Valladolid, InovCluster – Associação do Cluster Agroindustrial do Centro, Instituto Politécnico de Castelo Branco – Escola Superior de Artes Aplicadas, CATAA - Associação Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar de Castelo Branco
Data de início: 01/01/2019
Data de conclusão: 31/12/2021              
Custo total elegível: 
1 082 847,66 €
Apoio financeiro da União Europeia: 
812 135,76 €

O projeto REINOVA SI pretende criar um novo serviço de consultoria adaptado às PMEs e MicroPMEs do setor agroalimentar, que efetive a adaptação dos processos produtivos às práticas de economia circular (EC) e que estimule a eco inovação.

Passar de uma produção linear a uma produção circular implica a alteração das práticas de gestão, assim como repensar os produtos, as embalagens, os aprovisionamentos, os processos de produção, a logística e formas de distribuição e ainda a experiência de utilização. Resulta em novos produtos ou rótulos/marcas, que criam novas oportunidades de negócio. Num contexto em que a indústria mundial está a dar os primeiros passos nesta transição, a adoção de práticas de EC é geradora de inovações diversas, quer seja inovação de produto, processo, marketing ou de modelo de negócio. É ainda geradora de poupanças uma vez que as empresas repensam os seus ciclos de produção em prol de uma redução dos desperdícios e consumos.

Tanto na perspetiva de redução de gastos como na perspetiva de geração de inovação, a adoção de práticas de EC pelas PMEs fomenta um aumento da sua competitividade. Assim, a transição para uma produção circular fomenta o desenvolvimento empresarial, quer através da consolidação das produções existentes quer através de novas linhas de negócios.

A criação de um serviço que agiliza a transição das PMEs agroalimentares para a eco inovação cria assim as condições para o surgimento de novas iniciativas empresariais, indo ao encontro do objetivo específico do programa.